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Pele - Melanoma

Tipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, com 6.230 casos previstos no Brasil em 2013 segundo o INCA, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade, mas se diagnosticado precocemente as chances de cura são de mais de 90%. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Porém, quando se trata de melanoma, a "pinta" ou o "sinal" em geral mudam de cor, de formato ou de tamanho, e podem causar sangramento. Por isso, é importante observar a própria pele constantemente, e procurar imediatamente um dermatologista caso detecte qualquer lesão suspeita.

Em estágios iniciais, o melanoma se desenvolve apenas na camada mais superficial da pele, o que facilita a remoção cirúrgica e a cura do tumor. Nos estágios mais avançados, a lesão é mais profunda e espessa, o que aumenta a chance de metástase para outros órgãos e diminui as possibilidades de cura. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental. Atualmente existe um exame chamado dermatoscopia que analisa todas as pintas e pode ser feito diagnostico mais precoce do melanoma.

A hereditariedade é importante no desenvolvimento do melanoma. Por isso, familiares de pacientes diagnosticados com a doença devem se submeter a exames preventivos regularmente, principalmente a dermatoscopia.

Sinais e Sintomas

O melanoma pode se assemelhar a pintas. Assim, conhecer bem a pele e saber em quais regiões existe pintas faz toda a diferença.  Somente um exame clínico feito por um médico especializado ou uma biópsia pode diagnosticar o câncer da pele, mas é importante estar sempre atento aos seguintes alterações das pintas:

Existe a regra do ABCD em que pode auxiliar esta avaliação:

A – ASSIMETRIA = Assimetria da lesão
B – BORDAS = Bordas da lesão estão mais irregulares e crescendo
C – CORES = Alteração das cores
D – DIMENSÃO = Alteração da dimensão da lesão.

Procure sempre um dermatologista em caso de dúvida.

Tratamento

Todos os casos de câncer de pele devem ser diagnosticados e tratados precocemente. No caso do melanoma deve ser feito exérese cirúrgica com margens adequadas a espessura do tumor. Algumas vezes linfonodo sentinela e quimioterapia. O acompanhamento rigoroso deve ser feito após a cirurgia para detecção precoce de recidiva ou metástase.

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