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Colorretal - Prevenção

COMO PREVENIR?

Existem duas formas de prevenção para os diversos tipos de cânceres. A Prevenção Primária (medidas que evitam o aparecimento da doença) e Prevenção Secundária (medidas para descobrir um câncer já instalado, porém na sua fase inicial e, portanto, com chances de se obter um bom resultado com o tratamento).

A Prevenção Primária consiste em ter, desde a infância, os chamados "bons hábitos de vida", que são constituídos por não fumar, não consumir bebidas alcoólicas, praticar atividades físicas, não ser obeso e priorizar uma dieta baseada no consumo aumentado de vegetais (frutas e verduras) e reduzido em carnes e gorduras. Estes são hábitos que estão associados a um menor ris¬co de câncer colorretal e também relacionados à redução de diversos outros tipos de cânceres. Além disso, são hábitos que reduzem os riscos de doenças cardíacas, doenças vasculares e diversas doenças metabólicas como, por exemplo, diabetes e colesterol elevado.

A Prevenção Secundária para a população geral, que não tem nenhum fator de risco adicional (denominada população de risco básico), consiste na realização de algum método de rastreamento (screening) a partir dos 50 anos de idade. Existem diversos exames de rastreamento para esta população. Os mais habitualmente utilizados são a Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes (PSOF) e a Colonoscopia. Para ambos os exames são listadas vantagens e desvantagens que norteiam a escolha de um ou outro método. Para uma pequena fração da população que tem um risco genético aumentado (em relação à população geral) de desenvolver câncer colorretal, a orientação é iniciar os exames de rastreamento mais precocemente (habitualmente a partir de 40 anos de idade).

É importante destacar que a Colonoscopia é tida como um método de Prevenção Secundária, pois pode detectar um câncer colorretal na sua fase inicial. No entanto, a também pode ser caracterizada como um método de Prevenção Primária pois é capaz de detectar e remover pólipos adenomatosos no intestino, que são lesões benignas, mas que possuem um grande potencial para se transformarem num câncer. A remoção destes pólipos evita o desenvolvimento de um câncer.

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